© 2015 By Letícia Zica. Proudly created with Wix.com

CARSTE astro lábio que governa todo sábio à caverna da imagem do seu eu onde cai de amor por ela no profundo e se enxerga no seu ego o próprio deus e não ouve mais o Eco que ao seu lado segue cego mendigando o seu olhar e devora a própria face e deseja a própria carne e o corpo não mais cabe o torpor do desejar lábio toca o chão de água afaga a vida que apaga no toque quando se deu no fundo do carste aguado quando beija o próprio breu. morre o corpo definhado